Criado em 15 de março de 2001 (Dia Mundial do Consumidor), o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente, e assim contribui para a transição acelerada na direção de estilos sustentáveis de vida, inspirados em uma sociedade do bem-estar e viabilizados por modelos sustentáveis de produção e consumo.

 

 

Nossa missão

Contribuir para a transição acelerada para estilos sustentáveis de vida, inspirados em uma sociedade do bem-estar e viabilizados por modelos sustentáveis de produção e consumo, de forma a ter a população brasileira mobilizada nessa direção até o final de 2022.

 

Nossa visão

Yandê*: Contribuir para uma sociedade do bem-estar que se perceba como parte interdependente da vida no Planeta e, como tal, cuide da vida pela vida em si e acolha a humanidade em toda a sua diversidade.

(*Yandê: palavra em tupi que significa “grande nós feminino”)

 

Nossos valores

  • Causa: Compromisso com a promoção da missão
  • Compartilhamento: Construção compartilhada de aprendizados e conhecimentos
  • Melhoria contínua: Aprimoramento contínuo de aprendizados e conhecimentos
  • Responsabilidade: Cumprimento dos compromissos assumidos
  • Humanização: Transparência e humanização das relações interpessoais
  • Cooperação: Cooperação para objetivos comuns

 

Princípios de Conduta

Acreditamos que as atitudes são transformadoras e que cada participante do Akatu, ao representar o Instituto, deve fazer refletir em suas próprias atitudes os valores, a missão e a visão do Akatu, agindo sempre com transparência, ética e responsabilidade e demonstrando coerência e aderência a esses valores e aos princípios estabelecidos neste documento.

 

CONHEÇA NOSSOS [ PRINCÍPIOS DE CONDUTA ]

 

 

Consumo Consciente

Consumir conscientement é ter a visão de que o ato de consumir um produto ou serviço está num contexto maior de ciclo de produção, trazendo consequências positivas e negativas não apenas ao consumidor, mas também ao meio ambiente e à sociedade, que vão além dos impactos imediatos. É um ato que leva em conta a sustentabilidade ambiental, social, econômico e individual, de forma a preservar a vida no planeta. Com isso, o consumidor consciente tem uma preocupação com os recursos gastos na produção do produto e como ele deve ser corretamente usado e descartado no futuro. O consumidor consciente sabe que, ao se informar sobre o produto em si e sobre a empresa produtora, pode transformar a sua compra num ato de reconhecimento de boas práticas sustentáveis.
 

O ato de consumo consciente começa com uma análise prévia da necessidade: é realmente preciso comprar ou trocar? Decidido que sim, o consumidor se informa sobre os impactos individuais, sociais, econômicos e ambientais do produto que deseja, decide sobre qual o local ou serviço que usará para comprar, escolhe o fabricante de acordo com a sua responsabilidade socioambiental na produção, faz um uso otimizado do produto para ter uma vida útil mais longa e gastar menos recursos como energia e água, e define uma forma de descarte adequada. Só assim – tomando decisões conscientes em cada uma dessas fases, o consumidor poderá comparar e escolher a melhor opção.

 

Nossa Estratégia

As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor e são realizadas a partir de duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas e eventos.
 

O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo – modelos que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

 

 

Apoios

Apoiar o Akatu significa acreditar no poder que cada indivíduo tem de transformar, a partir de seus atos de consumo, a economia, as relações sociais e a natureza.

O Akatu trabalha para conscientizar esse indivíduo consumidor, tanto aprofundando o conhecimento sobre a causa como gerando ferramentas para a sua prática. Para que isso seja possível, é preciso somar esforços, aprendizados e investimentos.

Por isso, convidamos você a também apoiar o Akatu!

O Instituto Akatu é fundamentalmente financiado por empresas, que se filiam ao Akatu e doam recursos (financeiros, serviços ou equipamentos) para seu desenvolvimento e manutenção. São empresas que apoiam o desenvolvimento e a promoção da causa do consumo consciente, tornando-se elas próprias, sementes boas para um mundo melhor. Veja os APOIADORES do Akatu.

 

Também é possível para qualquer pessoa fazer uma doação para o Instituto Akatu e a causa do Consumo Consciente: FAÇA AQUI SUA DOAÇÃO.

 

História

CONHEÇA NOSSA [ LINHA DO TEMPO ]

 

O embrião do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente surgiu no ano 2000, dentro do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, quando os seus dirigentes perceberam que as empresas só aprofundariam, no longo prazo, suas práticas de Responsabilidade Social (RSE) na medida em que os consumidores passassem a valorizar essas iniciativas em suas decisões de compra. Foi quando se concluiu que o consumidor é um importante agente indutor da RSE. Caso essa indução não ocorresse com intensidade suficiente, a RSE não realizaria o seu potencial transformador da sociedade.


Fase 1: Acertando o foco

 

Naquela ocasião, as pesquisas elaboradas pelo Ethos mostravam que o consumidor tinha grande interesse pelas práticas de RSE das empresas. No entanto, esse interesse não se refletia nas suas decisões de consumo.

 

Pesquisas realizadas pelo Akatu constataram que o consumidor não conseguia estabelecer um vínculo entre o produto comprado e a empresa que o produzia. Assim como, ficou claro que o interesse dos cidadãos pela RSE se dava por considerarem as empresas poderosas e, com isso, potenciais colaboradoras para a transformação social positiva. Porém, ele não se percebia como parte importante na indução dos atributos de RSE das empresas.

 

Ficou claro que o primeiro desafio seria mostrar ao consumidor o poder que ele tem sobre a atuação das empresas. Portanto, era preciso “empoderar” o consumidor, dando a perceber o quão poderosos seus atos de consumo são como transformadores da sociedade.

 

Para falar mais diretamente com a população, o Akatu decidiu deixar a questão da RSE para um momento posterior e começar a trabalhar com os elementos mais conhecidos e valorizados pelo consumidor, que são água, energia e lixo.

 

Assim surgiu, em início de 2002, a cartilha “Sou + Nós”, um folheto que mostrava ao consumidor o seu poder transformador ao modificar seus hábitos de consumo, especialmente nos temas da água, energia e geração de lixo.

 

Fase 2: Métricas e conteúdos

 

Ao pensar nos próximos passos a serem dados pelo Akatu, percebeu-se que, antes de agir, era necessário entender e mensurar melhor o grau de consciência dos interlocutores. Assim surgiu, em 2003, o Teste do Consumidor Consciente (TCC), um questionário composto por 13 perguntas que permite classificar o grau de consciência do consumidor.

 

A aplicação do TCC em comunidades mostrou vários benefícios. Além de mensurar o grau de consciência dos consumidores, servia como ferramenta de educação, uma vez que as pessoas, ao responder às perguntas, acabavam por identificar formas de atuação que indicavam o caminho da consciência no consumo.

 

Inicialmente, acreditou-se que a simples mobilização gerada pela aplicação do TCC em uma determinada comunidade, aliada ao caráter educativo do teste, seria suficiente para provocar o início da mudança de comportamento do consumidor. Mas, era preciso um segundo passo, ligado ao fornecimento de conteúdos que sensibilizassem e mobilizassem as pessoas na direção do consumo consciente.

 

Fase 3: Envolvimento dos formadores de opinião

 

Foi quando se percebeu a necessidade de uma metodologia para a elaboração e a transmissão dos conteúdos. Não bastava dar “dicas” de comportamento. O consumidor precisava entender a extensão e a gravidade da questão com a qual estava lidando. Precisava conhecer os impactos que suas escolhas de consumo tinham sobre os outros e, acima de tudo, sobre si mesmo. Precisava entender que sua mudança de comportamento tinha um grande peso sobre o processo de construção da sustentabilidade e também se sentir mobilizado a envolver outras pessoas nesse processo.

A necessidade de estruturar os conteúdos de forma organizada, lógica e mobilizadora terminou por provocar o surgimento das pedagogias do Akatu, que determinam como a mensagem deve ser formatada e transmitida.

 

A essa altura, o Akatu já contava com as pesquisas que lhe permitiam conhecer o perfil do consumidor como um todo; do TCC que avaliava o grau de consciência individual dos membros de uma comunidade; e de conteúdos sensibilizadores, impactantes e mobilizadores. Era preciso definir onde e como aplicar todo esse arsenal e concluiu-se que o caminho mais adequado e rápido seria atuar sobre os formadores de opinião. Esses, com sua influência, ampliariam naturalmente o alcance do conceito e da prática do consumo consciente.

 

Assim aumentou, a partir de 2004, o mosaico de atividades do Akatu, envolvendo comunicação por meio de empresas disseminadoras, da publicidade, e dos meios de comunicação, ao lado da capacitação para o consumo consciente de voluntários, de professores e de líderes e formadores de opinião. Por meio desses eixos de atuação, ampliou-se o alcance e abrangência da ação para a conscientização para o consumo consciente.

 

Fase 4: Busca de instrumentos de grande impacto social

 

Desde então, o Akatu tem desenvolvido novos conteúdos e novos instrumentos tais como jogos e dinâmicas, que têm sido aplicados aos mais diferentes grupos. As experiências bem sucedidas são avaliadas em termos de processo, conteúdo, materiais e estratégias. Esse aprendizado é sistematizado, o que permite que se inicie a replicação das atividades em escala mais ampla.

 

Pesquisa realizada em 2006 mostrou que 13% da população conhecia o Akatu. As atividades de capacitação realizadas pelo Instituto em 2007, atingiram um público direto de mais de 50 mil pessoas, e indireto de mais de 500 mil. E as atividades de comunicação ocuparam um espaço na mídia, seja em ações de publicidade da causa, seja em matérias onde o Akatu e o consumo consciente estavam presentes, em um volume equivalente a cerca de R$ 33 milhões de reais, naturalmente cedido pró-bono pelas organizações de comunicação.

 

Mesmo assim, o processo de conscientização e empoderamento do consumidor se dá de forma lenta frente à gravidade e urgência do problema de sustentabilidade da vida no planeta. Assim, o Akatu passa a buscar iniciativas de grande impacto social por meio de eventos tais como exposições e concursos que consigam atingir um grande número de consumidores de forma rápida e objetiva.

 

Esse é o atual desafio do Akatu, uma instituição que está sempre questionando sua forma de trabalho em busca de evolução, alcance mais amplo e resultados mais efetivos. Que investe na produção de conteúdo para nortear suas decisões. Que contrata consultores e os capacita para apoiar as suas atividades. Que contrata consultores independentes para avaliar os processos, materiais, conteúdos, estratégias e resultados de seu trabalho, de modo a conhecer de forma imparcial os seus acertos e erros, e criar a base para melhoria contínua. Uma organização em constante transformação para conseguir transformar a sociedade.


 

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