Artigo 3 matérias disponíves

A prova de que o PIB pode enganar

No geral, as agências de estatística são incapazes de medir o desempenho econômico pela renda disponível para consumo e compará-la ao vetusto produto bruto, interno ou nacional

Quem teima em defender o obsoleto PIB precisa dar atenção ao caso da Irlanda, que realça como seria muito melhor avaliar o desempenho econômico das nações por alguma medida da renda domiciliar disponível para consumo. O PIB per capita irlandês disparou nos anos 1990, ultrapassando o japonês e os das maiores economias européias em 1998, e quase igualando o dos EUA em 2007. Todavia, tanto seu consumo final efetivo, quanto as várias medidas possíveis de renda domiciliar disponível permaneceram em níveis 40% abaixo das americanas, bem próximas das da Itália.

Ou seja: em 2007 a situação econômica da Irlanda era muito pior ...

Um pouco mais de Comércio Justo

Produtos de comércio justo devem obedecer alguns princípios relacionados à equidade entre homens e mulheres, ao preço justo, à transparência, por Glayson Ferrari

Artigo publicado originalmente na edição de abril da Revista Idéia Social.

Para falar do comércio justo no Brasil é necessário compreender melhor as origens, os princípios e os valores desta forma inteligente e sustentável de fazer negócios.
Entre as décadas de 1960 e 70, nasceram na Europa diversas iniciativas que tinham como objetivo oportunizar mercados mais justos para comunidades localizadas em países pobres ou em desenvolvimento. Essas iniciativas foram crescendo e se profissionalizando, chegando a formar cadeias de lojas presentes em diversos países, com grupos de importadores, exportadores, distribuidores, organizações dedicadas a campanhas ...

O papel dos transgênicos e da agroecologia para a soberania alimentar

Os grãos geneticamente modificados não têm por objetivo acabar com a fome, mas sim aumentar o megafaturamento de algumas multinacionais

No ano de 1996, foi realizada a Cúpula Mundial da Alimentação. Nessa ocasião não se falou em transgênicos. Nem a favor, nem contra. Cinco anos depois, os transgênicos estão no centro da problemática sobre segurança alimentar. A propaganda das indústrias transnacionais, dos governos do Norte e do Sul e das organizações multilaterais, como o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), apresenta as plantas transgênicas como solução para o problema da fome. A proposta de resolução da FAO (Organização para Alimentação e Agricultura da ONU, na sigla em inglês) para novembro próximo também não toca no tema dos transgênicos, concentrando-se ...

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