Energia

Ministro pede contribuição de empresários para novo plano de biocombustíveis

A ideia é que o novo plano esteja em sintonia com os compromissos brasileiros assumidos no Acordo de Paris, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O álcool biocombustível vem da cana-de-açúcar. Crédito: Creative commons/Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

 

Comentário Akatu: é importante que o governo brasileiro crie condições para cumprir o compromisso fechado no Acordo de Paris de diminuir as emissões de gases de efeito estufa. O incentivo à produção de biocombustíveis, que são menos poluentes do que os combustíveis fósseis, é um ponto importante nesse sentido. Naturalmente, a produção de biocombustíveis é o primeiro passo, mas é fundamental a colaboração dos consumidores  optando por esse tipo de combustível em seus veículos sempre que possível. Além dessa ação, há outras formas dos cidadãos combaterem as mudanças climáticas , como utilizar transporte público, que emite muitos menor quantidade de gases de efeito estufa por passageiro transportado do que o transporte individual,  não desperdiçar alimentos, visto que a sua decomposição é um dos principais fatores causadores de emissão de gases de efeito estufa, e  comprar madeira certificada, visto que a extração ilegal de madeira é uma das ações que mais contribuem para as mudanças climáticas.

 

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, convocou, no dia 28 de novembro, empresários do setor sucroalcooleiro a apresentar sugestões para a elaboração do plano de biocombustíveis RenovaBio, que será tema de amplo debate no dia 13 de dezembro na sede do ministério, em Brasília.

Com o RenovaBio - Biocombustíveis 2030, o governo quer garantir o aumento da produção de biocombustíveis no país em sintonia com os compromissos brasileiros assumidos no Acordo de Paris, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Segundo Coelho Filho, o foco é dar tranquilidade e previsibilidade para que os investidores possam tomar decisões para gerar emprego e renda e “o Brasil possa sair dessa interrogação: se vai para a frente ou se não vai”.

O ministro participou em São Paulo do encontro Unica Forum sobre o Futuro do Setor Energético e Energias Renováveis, promovido pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) , no World Trade Center (WTC), na zona sul da capital paulista.

Segundo a presidenta da Unica, Elisabeth Farina, a iniciativa reacende a expectativa de retomada dos investimentos na área de biocombustíveis e “parar e pensar o posicionamento estratégico do setor é muito relevante nesse momento de muita mudança política e econômica”.

Além da vantagem ambiental, segundo Elisabeth, a diminuição da oferta de petróleo vai exigir ampliação da produção de biocombustíveis.

 

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