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16.01.06 às 0:00

Pequenos artesãos ganham espaço no mercado

Um dos principais problemas enfrentados por pequenos artesãos do interior do Brasil é fazer com que seus produtos cheguem a um público mais amplo. Para amenizar o problema, uma parceria entre o Ministério da Cultura e o grupo Pão de Açúcar, articulada pelo PNUD, prevê que artesãos participantes do projeto Pontos de Cultura —  do programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura — se cadastrem como potenciais fornecedores do Caras do Brasil, iniciativa do Grupo Pão de Açúcar que leva a lojas da rede itens elaborados de forma sustentável por pequenos produtores. “Os produtos passarão pelos critérios do Caras do Brasil. Queremos itens produzidos com sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e que promovam a inclusão social e a geração de renda”, afirma a coordenadora do Caras do Brasil, Beatriz Queiroz. “Respeitados esse preceitos, os produtores têm que estar aptos a emitir nota fiscal. Por fim, o produto tem que ser passível de ser vendido no supermercado. Não pode ser um produto de grandes dimensões ou um produto muito caro”, detalha. Atualmente, os produtos do Caras do Brasil são expostos em 36 lojas dos supermercados Pão de Açúcar, Compre Bem e Sendas. De acordo com Beatriz, o projeto envolve 72 fornecedores […]
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Um dos principais problemas enfrentados por pequenos artesãos do interior do Brasil é fazer com que seus produtos cheguem a um público mais amplo. Para amenizar o problema, uma parceria entre o Ministério da Cultura e o grupo Pão de Açúcar, articulada pelo PNUD, prevê que artesãos participantes do projeto Pontos de Cultura —  do programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura — se cadastrem como potenciais fornecedores do Caras do Brasil, iniciativa do Grupo Pão de Açúcar que leva a lojas da rede itens elaborados de forma sustentável por pequenos produtores.

“Os produtos passarão pelos critérios do Caras do Brasil. Queremos itens produzidos com sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e que promovam a inclusão social e a geração de renda”, afirma a coordenadora do Caras do Brasil, Beatriz Queiroz. “Respeitados esse preceitos, os produtores têm que estar aptos a emitir nota fiscal. Por fim, o produto tem que ser passível de ser vendido no supermercado. Não pode ser um produto de grandes dimensões ou um produto muito caro”, detalha.

Atualmente, os produtos do Caras do Brasil são expostos em 36 lojas dos supermercados Pão de Açúcar, Compre Bem e Sendas. De acordo com Beatriz, o projeto envolve 72 fornecedores de 19 Estados. São 305 produtos, cuja comercialização beneficia mais de 13 mil pessoas, segundo estimativas do Pão de Açúcar. Nas lojas participantes, são comercializados produtos alimentícios, como geléia, mel e farinha, além de cestaria, produtos de tecelagem e artesanato de barro, entre outros.

Fonte: (PimaPagina/PNUD).

Leia a matéria completa no site do PNUD.

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